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  • Caio Caesar

A crise abre os olhos?

No livro “A bola não entra por acaso” de Ferran Soriano, que fala sobre o processo de mudança na gestão do Barcelona a partir de 2003/04, são analisadas as 3 principais fontes de renda dos clubes: venda de ingressos, direitos audiovisuais e marketing. Essa última é a que motiva este meu post.



Ocorre que, durante a pandemia, obviamente não se vende ingressos e nem se transmite jogos, o que afeta diretamente a saúde financeira dos clubes. Portanto, das 3 principais fontes de renda, apenas uma segue efetivamente ativa: o Marketing


Diante disso, muita gente se rendeu ao que já deveria ser óbvio: a necessidade da gestão profissional e valorização do trabalho do marketing esportivo. Futebol é paixão, competição, mas principalmente entretenimento.


Equipes de marketing, tanto de clubes quanto de jogadores usam e abusam da criatividade para gerar conteúdo, ativar patrocínios e engajar a torcida.


De fato, este cenário foi fundamental para reforçar a era digital em que vivemos, mas a principal mensagem deste post é: se em tempos difíceis o marketing esportivo se mostra tão importante e gera bons resultados, melhorando a vida financeira dos clubes, é imprescindível que quando a maré estiver a favor não nos esqueçamos disso, pois o potencial é imenso.

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